Uma das problemas do iPad 3G é que ele usa um padrão de cartão chip, o MicroSIM, vendido no momento, pela AT&T nos Estados Unidos, mas algumas operadoras brasileiras já o disponivilizam.
Mas uma grande vantagem é que ele é desbloqueado de fábrica. Basta pegar um chip de dados qualquer e cortá-lo até ficar do mesmo tamanho do original. Alguns usuários já, resolveram testar e ver que funciona na prática no Brasil.
Tenho vários amigos que usam desta forma com sucesso o ipad 3g da AT&T. Para fazer o tablet ipad 3g da Apple funcionar, a adaptação não é tão complicada.
Compre cartão SIM da Vivo, e recorte com molde do cartão que vem em seu ipad 3g, fazendo o mesmo corte em no cartão SIM de dados normal vendido com os modems 3G da Vivo.
Há uma entrada lateral para o microSIM 3g, bastando pressionar o suporte de metal para ele sair. Comprar nosso livro do iPad no Brasil
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Segredos e Atalhos
do IPad 1 e iPad 2
Guia completo do iPad, com imagens para facilitar o
aprendizado. Instruções passo a passo sobre o ipad.
Os primeiros modelos ipad 16gb ipad 32gb ipad 64gb do Ipad 2 não serão
fabricados no Brasil, sendo trazidos do exterior para suprir a falta de modelos
da primeira geração do tablet, com a versão Wi-Fi de 16GB – já esgotados no site
de vendas da Apple no Brasil.
De acordo com as fontes do site, os modelos de iPad 2 de
fabricação nacional chegariam às prateleiras brasileiras no final deste ano,
produzidas na fábrica da Foxconn.
Em dezembro de 2010, chegou o primeiro iPad ao Brasil, oito meses depois do
início das vendas no mercado norte-americano. O modelo novo começou a ser
vendido nos Estados Unidos na segunda semana de março. A homologação do aparelho
pela Anatel se deu no dia 1° de abril.
Não há informações quanto ao preço do novo modelo no Brasil. Hoje, o primeiro
modelo do iPad custa a partir de R$ 1.699 (Wi-Fi, 32GB) e vai até R$ 2.399
(Wi-Fi, 3G, 64GB).
Pesquisa realizada pela GfK indica que 57% dos brasileiros quer ter um iPad,
índice que sobe para 67% quando considerados apenas a faixa etária entre 18 e 24
anos. Um dos freios para a aquisição do aparelho no país ainda são os impostos,
que respondem por 51% do valor do gadget no país, segundo levantamento do jornal
Folha de S. Paulo.